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11/11/2024

Celulares na Escola: Proposta Quer Mais Foco e Menos Tela para os Alunos

Uma proposta que proíbe o uso de celulares e outros dispositivos portáteis em escolas avançou no Congresso. Ela quer que alunos de escolas públicas e particulares no Brasil deixem os aparelhos de lado durante as aulas, o recreio e os intervalos, especialmente nas séries iniciais, onde o uso de telas é visto com mais cautela. A ideia é simples: com menos distrações digitais, a atenção dos alunos aumenta e, segundo estudos, até a saúde mental pode melhorar. Crianças e adolescentes que passam muito tempo olhando para a tela do celular podem ter dificuldades para se concentrar, além de ficarem mais ansiosos ou até isolados, especialmente nas horas em que deveriam interagir com colegas.

O projeto começou em 2015 e hoje reúne 14 propostas de lei com o mesmo objetivo, todas unificadas em um texto do deputado Diego Garcia. Agora, a proposta precisa passar pela Comissão de Constituição e Justiça para, depois, ir à votação na Câmara dos Deputados. No texto, está claro que, para alunos da educação infantil e séries iniciais do fundamental, o porte desses dispositivos é proibido. Já os alunos de outras séries também não poderão usar aparelhos durante as aulas e intervalos. Em casos específicos, como necessidades de saúde ou acessibilidade, a regra tem exceções.

A medida não é só para as aulas; vale para o recreio também, incentivando a interação e as brincadeiras com os colegas. Quando pensamos em lugares onde o celular já foi proibido, como França e Grécia, vemos que as crianças ficaram mais sociáveis e concentradas. Sem o celular, o ambiente de aprendizado fica mais calmo e focado.

Além disso, o projeto inclui um plano para que as escolas façam treinamentos com professores e ofereçam apoio emocional aos alunos. Isso é importante, pois muitos estudantes enfrentam o que chamam de "exaustão digital", que é o cansaço e a ansiedade causados pelo uso excessivo de telas. Quando o uso do celular é controlado, tanto professores quanto alunos ganham mais tempo para focar no que realmente importa em sala de aula.

O excesso de tecnologia não é só um problema para o aprendizado e para a concentração, mas também para a segurança. Explicando de forma simples: quanto mais os alunos sabem sobre o uso seguro da internet e dos dispositivos, mais fácil é se proteger. Celulares e outros aparelhos são portas de entrada para vírus e hackers que se aproveitam da falta de informação. E o básico é sempre a melhor defesa. A tecnologia segura depende de conhecimento básico e regras claras de uso, como essa proposta sugere.

Este projeto de lei não quer que o celular seja visto como vilão, mas propõe um uso equilibrado e com consciência. Para os jovens, aprender o valor do tempo sem tecnologia também significa entender a importância de usar a internet com cuidado. Evitar o uso excessivo é a melhor proteção contra os perigos online, como hackers e roubos de dados, que podem atingir quem usa a internet sem cautela.

No final, a proposta busca um ambiente escolar mais focado, onde a atenção e o bem-estar sejam prioridades.


Fonte: https://convergenciadigital.com.br/governo/comissao-de-educacao-aprova-pl-que-proibe-celular-em-escolas/

A PL 104/15 na integra: https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra;jsessionid=8CF076DBABD8CBCEB3EB70AD702DA177.proposicoesWeb2?codteor=1300378&filename=Avulso+-PL+104/2015

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